Entrevista com Darkland
Darkland, produtor e DJ de psytrance do Irã, fala da independência do gênero, do seu equipamento de estúdio favorito e do que significa fazer psytrance onde ele é ilegal.
Um retrato curto do Spectra Sonics, artista japonês de psytrance que começou nas festas underground de Tóquio e hoje toca em festivais pelo mundo.
O psytrance é conhecido pelos ritmos hipnóticos e pelas paisagens sonoras amplas e atmosféricas, e o Spectra Sonics é um dos artistas que trabalham bem no centro desse som. Ele vem da cena musical agitada do Japão, e a música dele junta elementos clássicos do psytrance com síntese moderna. Os sets dele são construídos como histórias, com um arco claro do começo ao fim.
O Spectra Sonics começou nas festas underground de psytrance em Tóquio. Foi lá que ele sentiu pela primeira vez o que essa música pode fazer com uma pista. A energia do público e as possibilidades do som eletrônico deram a ele vontade de criar o seu próprio estilo de psytrance.
A música dele já chegou faz tempo a públicos fora do Japão, das praias de Goa ao deserto do Burning Man, e ele toca com frequência em festivais de psytrance pelo mundo.
Experimentar é central no jeito dele de trabalhar. Ele está sempre testando sons e tecnologias novas, e no estúdio dele instrumentos tradicionais se encontram com a síntese digital moderna. Ele também apoia muitos artistas novos da cena e compartilha conhecimento e experiência com DJs e produtores jovens.
As faixas dele são feitas para serem sentidas tanto quanto ouvidas. Para o Spectra Sonics, música é mais que entretenimento: é um jeito de conectar as pessoas, na pista e fora dela.